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Hotelaria de João Pessoa pede ajuda para não quebrar




Graco Parente, presidente do Sindicato das Empresas de Hospedagem e Alimentação de JP (Foto: Divulgação)


O presidente do Sindicato das Empresas de Hospedagem e Alimentação de João Pessoa (SEHA-JP), Graco Parente informou que o setor de hotéis da capital paraibana passa por uma grave crise financeira devido à pandemia provocada pelo novo coronavírus.

"Precisamos ajuda do poder público, (governo federal, estadual e municipal) e caso não venha logo como uma forma de ajudar as empresas, o setor pode quebrar", clama Graco Parente .

"Precisamos pensar no futuro. Não existe turismo sem rede hoteleira. Se o governo não nos ajudar, muitos hotéis vão fechar", afirma.

Segundo dados do sindicato, hoje 88% do segmento de hospedagem está fechado ou com ocupação zero na capital paraibana.

Os hotéis que se mantém abertos estão com apenas 4% de ocupação média. O setor hoteleiro e de alimentação já registra 1.500 demissões desde o início da pandemia do novo coronavírus e mais postos de trabalho podem fechar devido à crise. Alguns hotéis deram férias aos colaboradores, suspenderam contratos e até chegaram a demitir toda a equipe por não terem fôlego financeiro para suportar a forte retração. 

Atualmente, as linhas de crédito disponíveis no mercado não contemplam os setores de hotelaria, viagens e turismo. O SEHA-JP também aponta que o setor hoteleiro foi um dos mais afetados porque foi o primeiro a ser cortado das despesas das pessoas. A previsão é de que o retorno das atividades será lento e difícil para o segmento. 


O sindicato ressalta que é preciso pensar em alternativas para que os empresários possam se reerguer economicamente e, dessa maneira, reconstruir o destino turístico de João Pessoa.
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Rogerio Almeida

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